Fundo Festival Amazonas de Ópera

O Corredor Criativo da Amazônia

O Corredor Criativo da Amazônia nasceu em 2022 e é uma iniciativa das Secretarias de Cultura e Economia Criativa dos Estados do Amazonas e Pará, que assinaram um acordo de cooperação técnica para formação de mão de obra qualificada, geração de trabalhos diretos e indiretos, movimentação do turismo e estímulo da cadeia de serviços.

Em 2025, o acordo tornou-se permanente e com renovação automática e passou a incluir instituições da Colômbia e do Chile, promovendo intercâmbio cultural, econômico e social. O Fundo do Festival Amazonas de Ópera também passou a integrar o acordo, que conta atualmente com os seguintes membros:

• Colômbia: Fundación Compañia Estable e Orquestra Nueva Filarmonia

• Chile: Fundación Lírica Disidente

• Brasil: Fundo do Festival Amazonas de Ópera

• O Teatro Amazonas e o Theatro da Paz, de Belém, são os membros fundadores do corredor, representados pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas e da Secretaria de Estado de Cultura do Pará.

Da esquerda para a direita: Pedro Salazar (Diretor da Fundación Compañia Estable), Nicolas Vasquez (Diretor da Fundación Lírica Disidente), Cristina Guevara de Frint (Fundadora e CEO do Munay Group), Secretária Úrsula Vidal (Secretária de Cultura do Estado do Pará), Secretário Caio André (Secretário de Cultura e Economia Criativa do Estado do Amazonas), Flávia Furtado (Diretora Presidente do FFAO e Diretora Executiva do FAO), Ricardo Jaramillo (Diretor Artístico e Musical da Orquestra Nueva Filarmonia).

Neste mesmo ano, o Fundo do Festival Amazonas de Ópera assinou uma parceria com a empresa austríaca Munay Group, que atuará como consultora de gestão para o Corredor Criativo da Amazônia. A empresa é especializada na gestão estratégica, finanças sustentáveis, assessoria e consultoria para o desenvolvimento organizacional de projetos de impacto social e ambiental na América Latina, Europa e Estados Unidos, e agrega atividades da economia criativa em seu perfil de atuação, entendendo seu papel fundamental na preservação da floresta e na mitigação dos efeitos da crise climática mundial.

Muito além do intercâmbio de produções e espetáculos, o Corredor Criativo da Amazônia promove a pesquisa e a circulação de dados de impacto entre seus integrantes, visando ações estruturantes para as cidades amazônicas por meio de uma nova economia circular, criativa, sustentável e verde, capaz de impulsionar o desenvolvimento urbano sem comprometer a floresta.

Alinhado à Declaração de Belém, o Corredor compartilha os compromissos dos países amazônicos de proteger integralmente a região, combater a pobreza e as desigualdades e promover o desenvolvimento sustentável. Ao oferecer alternativas às atividades predatórias ou ilegais, o Corredor contribui para a preservação da floresta, o combate ao desmatamento e a contenção das mudanças climáticas.

O Corredor Criativo da Amazônia e é uma força articuladora de transformação e desenvolvimento sustentável para a região amazônica e está plenamente alinhado aos compromissos da Cúpula da Amazônia e da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica.

Cristina Guevara de Frint (Fundadora e CEO do Munay Group) e Flávia Furtado (Diretora Presidente do FFAO e Diretora Executiva do FAO) assinam parceria de consultoria de gestão para o Corretor Criativo.

Economia Criativa

O Fundo do Festival Amazonas de Ópera acredita que a Economia Criativa é uma das chaves para estabelecer uma nova estrutura socioeconômica na região amazônica, substituindo modelos industriais tradicionais por economias verdes e criativas.

No Brasil, as atividades culturais e criativas geram 3,11% do PIB brasileiro e são responsáveis por 7,4 milhões de empregos formais, segundo dados do Observatório Itaú Cultural de 2023, sem contar os trabalhos temporários diretos e indiretos gerados. Há no setor cerca de 250 mil empresas e instituições ativas no momento.

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que aconteceu em 2012 no Brasil, estabeleceu a Cultura e a Economia Criativa como o quarto pilar do desenvolvimento sustentável, juntamente com o social, o econômico e o ambiental.

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