Preservar a floresta também significa cuidar das pessoas
O Fundo do Festival Amazonas de Ópera (FFAO) promove o desenvolvimento sustentável da região amazônica por meio da economia criativa. Com uma visão única, investe em projetos e ações que redefinem a estrutura produtiva da região.
Criado em 1997 em Manaus, o Festival Amazonas de Ópera (FAO) é hoje um dos mais prestigiados eventos do gênero do mundo. Palco de espetáculos icônicos, o FAO já se consolidou como o grande evento de ópera fora do eixo dos grandes centros europeus e norte-americanos. É o mais constante e longevo do Brasil e conta com a plateia de ópera mais jovem do país, o que evidencia o interesse das novas gerações pelo gênero.
Desde sua fundação, o festival vem construindo um importante legado sociocultural e econômico para o Estado do Amazonas e região. Ao fortalecer os vínculos locais e gerar trabalho digno e renda para a população, o FAO e seu conjunto de ações sociais, culturais e educacionais contínuas criam novas oportunidades para que as pessoas não precisem se engajar em atividades predatórias ou ilegais na floresta amazônica.
O Corredor Criativo da Amazônia nasceu em 2022 e é uma iniciativa das Secretarias de Cultura e Economia Criativa dos Estados do Amazonas e Pará, que assinaram um acordo de cooperação técnica para formação de mão de obra qualificada, geração de trabalhos diretos e indiretos, movimentação do turismo e estímulo da cadeia de serviços.
Em 2025, o Fundo do Festival Amazonas de Ópera passou a integrar o acordo, que também recebeu instituições de outros países amazônicos, como Colômbia e Chile. Com a internacionalização do Corredor, o acordo de cooperação passou a ser permanente e com renovação automática. Mais do que intercambiar produções e espetáculos, a iniciativa estimula a pesquisa e a circulação de dados de impacto entre seus integrantes.
O Fundo do Festival Amazonas de Ópera tem como objetivo buscar recursos para seguir investindo em ações culturais, socioeconômicas e de capacitação e ampliar o alcance de iniciativas que redefinem a estrutura produtiva da região amazônica e ajudam a preservar a floresta.